FOZ DO IGUAÇU
Alguns anos atrás, um vereador propôs trocar a grafia de “Foz do Iguaçu” para “Foz do Iguassu”. Um dos argumentos para a mudança era que isso facilitaria a busca pelo nome da cidade no Google por eventuais turistas estrangeiros. Bem ou mal, a ideia reflete o interesse da região em continuar promovendo o turismo local para o exterior – Foz do Iguaçu é o segundo cartão postal brasileiro mais reconhecido mundo afora, graças às exuberantes Cataratas do Iguaçu. Em 2012, numa disputa com mais de 400 atrações naturais de todo o planeta, as Cataratas foram eleitas uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza. Descoberta por desbravadores espanhóis em 1542, a gigantesca foz assistiu à chegada de colonos para a exploração do mate, dando origem ao povoamento da região. Hoje, os 256.000 habitantes voltam-se, principalmente, para a indústria do turismo.
Localizado na divisa entre Brasil, Argentina e Paraguai, a cidade conta com uma rede hoteleira de 22.000 leitos. As belezas do Parque Nacional do Iguaçu merecem ser admiradas tanto do alto, de helicóptero, quanto nos emocionantes passeios de barco. Outros motivos que mantêm a região entre as cinco mais visitadas do país são a colossal Usina Hidrelétrica de Itaipu, as compras do lado paraguaio da fronteira e os cassinos em solo argentino.
ONDE FICAR
Existem dois perfis de hospedagem: os hotéis à beira da Rodovia das Cataratas, ideais para famílias, e os do Centro, com perfil executivo. Para economizar, há bons hostels. A procura e os preços sobem nos períodos de férias.
Único hotel dentro do Parque Nacional do Iguaçu, o Das Cataratas dá o privilégio de dar de cara com as cataratas e dispõe do exclusivo Passeio da Lua Cheia, pelo lado brasileiro. A 2,5 km do parque, o San Martin tem quartos confortáveis, e flora e fauna nativas.
Quem busca várias opções de lazer pode se hospedar no Bourbon Resort & Convention, que tem percurso de arvorismo no meio da mata e espaço com animais; no Iguassu Resort, que reserva trilha, pesca, futebol e um campo de golfe de 18 buracos; no Mabu Thermas & Resort, com piscinas termais, ofurôs, pesca e recreação infantil; e no Paraíso das Orquídeas, relaxante, com lagos de pesca e orquidário, e emocionante, com um parque de esportes radicais a 2 quilômetros do hotel.
Para economizar na hospedagem, considere os albergues Hostel Paudimar Falls Centro, o Supernova Hostel e o Ipelândia Park Golf Hostel. O Iguassu Guest House, no Centro, tem quartos amplos e bem equipados, com TV e ar-condicionado.
ONDE COMER
Foz do Iguaçu não é conhecida pela sua força gastronômica. As melhores opções ficam no Centro ou dentro de hotéis como Golden Tulip, como o Cusine Du Ciel, no Golden Tulip Internacional Foz.
O Zaragoza, no Centro, serve pratos espanhóis e um bom bife de chorizo. Já o La Cabaña serve galetos, parillada e cortes nobres. Para comidinhas rápidas, o Barbarela serve sanduíches, sucos e smoothies. O Oficina do Sorvete monta, à noite, um bufê de sopas.
COMPRAS
Além de bons restaurantes e bares, a argentina Puerto Iguazú tem centrinho propício para compras. As lojas estão concentradas na Avenida Brasil. Na paraguaia Ciudad del Este, do lado de lá da Ponte da Amizade, fuja das calçadas para fazer compras mais seguras. Roupas, acessórios, perfumes e eletrônicos são encontrados ao lado da aduana paraguaia, no Shopping Del Leste. Na avenida principal, a San Blás, há duas galerias luxuosas, a Monalisa e a Alfonso I. Entre as galerias, as mais confiáveis são a Mina Índia e a Nave.
No Duty Free Shop Puerto Iguazú, entre as aduanas brasileira e argentina, os produtos são legítimos e os preços, baixos. Roupas, artigos esportivos e eletrônicos são vendidos sem impostos. Na hora de comprar é preciso apresentar RG, CNH ou passaporte originais.
COMO CHEGAR
Quem chega do Sudeste ou de Curitiba usa a BR-277, com nove pedágios e muitos caminhões. De ônibus, as viações Pluma (3522-2515) e Kaiowa (3522-2979) têm saídas diárias de São Paulo (R$ 154 e R$ 162, respectivamente) e Rio (R$ 184 e R$ 240, respectivamente). De Curitiba, a Viação Catarinense (3522-2050) faz o transporte (R$ 105). Também é fácil chegar de avião - o aeroporto recebe 17 voos das principais cidades do Brasil.
COMO CIRCULAR
De carro próprio ou alugado, não há problemas - as atrações são bem-sinalizadas. Sem carro, há três opções: o transporte público (ônibus circulares deixam o terminal central em direção à portaria do Parque Nacional do Iguaçu a cada 20 minutos), os traslados oferecidos pelas agências dos hotéis ou os táxis (do Centro às Cataratas, R$ 20). Para atravessar a fronteira e conhecer o lado argentino do parque, é obrigatório apresentar o RG ou a CNH originais. Para ir ao Paraguai (o país não exige documentação), prefira os táxis (R$ 20 até a Ponte da Amizade e R$ 40 para deixá-lo em Ciudad del Este) - por segurança, não é boa ideia atravessar a Ponte da Amizade com o próprio carro, sobretudo se a placa não é de Foz.
SUGESTÕES DE ROTEIROS
2 dias – Não restam dúvidas: são as enormes cataratas que fazem a fama de Foz do Iguaçu, seja do lado brasileiro, seja do lado argentino. Por isso, reserve um dia para curtir o Parque Nacional do Iguazú. Para ver – e sentir – as quedas d’água de perto, há adrenalina dos dois lados da fronteira: no macuco Safári ou na Gran Aventura, a garantia é de se molhar muito. Na Argentina, reserve a noite para um jantar no restaurante La Rueda.
3 dias – Já que você está a poucos quilômetros do Paraguai, não é fácil resistir ao paraíso dos preços baixos, a bagunçada Ciudad del Este – dê sempre preferência às lojas que fornecem nota fiscal. Ainda no campo das compras, o Duty Free, entre as aduanas brasileira e argentina, tem opções baratas para encher a sacola. Depois, siga em frente, cruze a fronteira e faça suas apostas no Casino Iguazú.
4 dias – Você pode passar o dia inteiro na Usina Hidrelétrica de Itaipu. O passeio pela segunda maior usina hidrelétrica do planeta permite conhecer a megaconstrução por dentro – nas noites de sexta-feira e sábado, é possível assistir ao espetáculo da iluminação da barragem. Importante: agende sua visita assim que chegar a Foz. No próprio complexo de Itaipu, você pode ver flora e fauna nativas no Refúgio Biológico Bela Vista.
QUANDO IR
Visitar as cataratas é incrível em qualquer época do ano. Para ver as quedas mais cheias, prefira o verão, quando o Rio Iguaçu atinge seu maior volume. O parque argentino reserva um passeio para as noites de lua cheia – é preciso agendar.
CRUZANDO A FRONTEIRA
Argentina – Você pode chegar a Puerto Iguazú de três maneiras: de táxi (R$ 50 a partir do Centro de Foz), com os ônibus das agências de turismo (R$ 40 a ida e volta com a Loumar Turismo, 3251-4000) ou de carro (é obrigatório o porte da Carta Verde, documento que permite livre trânsito de veículos entre Brasil e Argentina – você pode comprá-la via agência de turismo ou pessoalmente nas seguradoras da cidade). Independentemente do meio de transporte, é necessário portar RG, CNH ou passaporte originais. Se a ideia for curtir a noite, fique atento: não há teste de bafômetro, mas os policiais são mais rigorosos que os brasileiros quanto ao consumo de álcool e podem reter o veículo. Compras até US$ 300 (por pessoa) realizadas no Duty Free ou em Puerto Iguazú são isentas de impostos.
Paraguai - Vá a Ciudad del Este de táxi (R$ 20 até a Ponte da Amizade; R$ 40 se fizer a travessia) ou com os ônibus das agências de turismo (R$ 40 ida e volta com a Loumar Turismo). A travessia da ponte a pé é tranquila (500 metros). Não cruze a fronteira com veículo próprio – há risco de assalto. Os piores dias para ir à cidade são quarta e sábado, com movimento intenso. Nas lojas, atente para o valor original do produto e o valor pago: compras efetuadas no cartão de crédito tem acréscimo de até 17% (a taxa cobrada pela operadora do cartão é repassada ao cliente). Ao levar dinheiro vivo, cuidado com batedores de carteira. Para entrar no país não é preciso portar documentos originais (ainda assim, leve alguma identificação). Compras até US$ 300 por pessoa estão isentas de impostos.
TRANCOSO
Descolada e fashion, Trancoso é simbolizada basicamente pelo Quadrado, uma praça ladeada por casas e com uma igrejinha na cabeceira que é o centro da vida social desse destino turístico imperdível no sul da Bahia. A organização espacial já era assim na origem do lugar, uma aldeia fundada em 1586, quando jesuítas ergueram ali um convento. A igreja que hoje se vê com o mar azul ao fundo foi construída sobre as ruínas desse convento. Nada de carros ou motos, nada de asfalto no Quadrado.
As casas coloridas converteram-se em pousadas luxuosas, restaurantes que servem à luz de velas e lojas de marcas badaladas como Osklen e Carmim. Afinal, estamos falando de um lugar com jeitão de vila silenciosa e tranquila, mas com vocação para lançar moda. Quem passa por ali em geral quer, sim, contemplar sua paisagem de praias, rios, mangues e árvores centenárias, mas se possível com algum toque especial, uma graça.
Nas praias, a tendência das barracas é deixar à disposição pufes e sofás sob gazebos. É assim no hotel Paradise, um dos poucos de Trancoso com acesso direto à praia e cujos quiosques seguem essa característica de areia com glamour. A Praia do Rio Verde, onde está instalado, é uma das mais procuradas, com boa estrutura de bares e restaurantes, águas boas para banho e areia firme para quem gosta de caminhar.
Os que preferem se espalhar em áreas mais sossegadas vão para a Praia do Rio da Barra. Para chegar até lá, só caminhando cerca de 40 minutos a partir da Praia dos Nativos, a mais central, a 1200 metros do Quadrado; ou de carro pela estrada para Arraial d’Ajuda. Coqueiros, pedras, falésias e a foz do Rio da Barra compõem o cenário que vale qualquer esforço. Afastando-se um pouco mais para sul chega-se à Praia do Espelho, uma das cinco mais lindas do Brasil, com piscinas naturais na maré baixa e rodeada de coqueiros e palmeiras nativos.
ONDE FICAR
A maior parte da rede hoteleira se divide em três regiões: o Quadrado reúne pousadas charmosas e próximas do agito de bares e restaurantes; entre as praias dos Nativos e do Rio Verde ficam as hospedagens pé na areia. Para economizar, vale se hospedar no Bosque, com locais menos confortáveis, mas a cinco minutos a pé do Quadrado.
No Quadrado, a Uxua tem acomodações que são antigas casas de pescadores restauradas e equipadas com cama king-size, DVD e caixa de som para iPod; a Jacaré do Brasil, quartos espaçosos com cozinha completa e piscina com vista para a praia; e a Pousada Capim Santo, ter estacionamento próprio – artigo raro para a região do Quadrado.
Para quem busca hospedagens à beira-mar, o Club Med tem recreadores que não deixam as crianças paradas: são aulas de circo, danças e oficinas de arte. O Villas de Trancoso, na Praia dos Nativos, tem somente cinco chalés, serviço de qualidade e bar na praia. No Etnia Clube de Mar, na Praia do Rio Verde, os hóspedes são recepcionados no aeroporto com águas, sucos e petiscos – no café da manhã, a mesa é posta com ingredientes frescos, a poucos passos da praia.
ONDE COMER
Aconchegantes, charmosos e descolados: os adjetivos se aplicam a quase todos os restaurantes de Trancoso. Atenção: muitas casas só abrem no fim da tarde.
A maioria fica próxima ao Quadrado e algumas das melhores cozinhas se encontram dentro de pousadas, como o El Gordo, com menu de massas, carnes e peixes, o Etnia, que serve comida variada, e o Capim Santo, de pescados, cujo carro-chefe é o badejo com crosta de azeitona preta.
Mais distante do Quadrado, há opções econômicas, como o Aconchego, no Centro, e o Pão Caseiro, onde a Dona Alcina serve refeições caseiras na varanda de casa.
COMO CHEGAR
A partir do Aeroporto de Porto Seguro, atravesse o Rio Buranhém de balsa (3288-2516; R$ 11 por carro, mais R$ 3 por pessoa, de 2ª/sáb; R$ 13,70, mais R$ 3 por pessoa, aos domingos e feriados) até Arraial DíAjuda. A Estrada Arraial-Trancoso tem 38 km em pista simples. No km 7 sai um caminho alternativo mais curto, a Estrada Velha de Trancoso – são 15 km de terra, com acesso complicado em dias chuvosos. Há também saídas frequentes de ônibus a partir de Arraial.
COMO CIRCULAR
Boa parte das pousadas e restaurantes fica no Quadrado, área exclusiva de pedestres. Uma falésia o separa da praia e o acesso é feito por uma descida de cerca de 15 minutos, por via de paralelepípedo. Se você pretende alugar um carro para visitar as praias mais afastadas, lembre-se de que as estradas são de terra, complicadas para veículos de passeio e motos de pouca potência (em dias de chuva, os atoleiros dificultam ainda mais a passagem). Para evitar dor de cabeça, prefira ir a pé ou de táxi.
SUGESTÕES DE ROTEIROS
1 dia – Chegando cedo, você pode conhecer as três praias mais centrais – Nativos, Coqueiros e Rio Verde. Para os que curtem música eletrônica à beira-mar, uma boa opção é ficar na barraca Fly Beach Club ou na charmosa barraca de praia da pousada Uxuá, na Praia dos Nativos. Bateu a fome? Para um bom pescado, uma pedida é a Barraca do Jonas, na Praia dos Coqueiros. Depois de curtir o final de tarde em alguma das praias, rume para o Quadrado, onde as luzes provavelmente já estarão acesas e as lojinhas, de portas abertas. Se você está hospedado em Arraial d’Ajuda (26 quilômetros) e não tem carro, atenção, porque o último ônibus para lá sai de Trancoso às 19h.
3 dias – Dá para conhecer as principais praias sem correria e ainda passar um dia em alguma das mais afastadas, como a linda Ponta de Itaquena. Se sobrar tempo, você também pode marcar uma aula de kitesurfe na Praia dos Nativos, fazer um dos passeios de caiaque pelo Rio Trancoso ou percorrer trilhas e praias em percursos de Bicicleta.
6 dias – Tempo suficiente para conhecer todas as praias com calma, comer nos melhores restaurantes e curtir sem pressa o clima especial do Quadrado. Não perca a chance de fazer um bate e volta até a Praia do Espelho, uma das praias cinco-estrelas do GUIA QUATRO RODAS, ou Caraívas, para que os preferem uma vila com estilo rústico e preços mais acessíveis.
QUANDO IR
Apesar de o sol brilhar o ano inteiro, é no verão que rolam as festas nos clubes de praia. Nesse período, todas as lojinhas do Quadrado funcionam (algumas só abrem na alta temporada). Para fugir da chuva, evite abril e maio.
VIDA NOTURNA
Na alta temporada e no Carnaval, os clubes de praia, como os das pousadas Bahia Bonita e Paradise e o Fly Beach, esquentam o clima durante o dia. À noite, é nos arredores da pracinha do Bosque, ao lado do Quadrado, que todo mundo se encontra – para tomar um drinque no Auê Zum Zum, curtir o clima aconchegante do Para-Raio ou o forró do São Brás. Outra opção é rumar para a Rua do Mucugê, emArraial d’Ajuda. Na baixa, os clubes diminuem o ritmo, e as festas ocorrem esporadicamente – as exceções são o Fly Beach, com música eletrônica, e o forró das sextas-feiras no São Brás, com programação o ano todo.
Cruzeiro em Fernando de Noronha, uma viagem diferente.
Se você pretende fazer algo diferente na vida, fazer cruzeiro em Fernando de Noronha é uma ótima opção para quem gosta de admirar a natureza de um lugar calmo e bem diferente. Com visões espetaculares que o Criador nosso Deus proporciona através da natureza esta poderá ser uma oportunidade única em sua vida, pois o arquipélago proporciona cenários paradisíacos que não se apagam da memória tão facilmente e uma viagem assim com certeza valerá a pena.
Com belíssimas praias com suas maravilhas diferenciadas fazer cruzeiro Fernando de Noronha é um sonho que muita gente quer tornar realidade, especialmente aqueles que sabem dar valor ao belo natural, pois esta “aventura” proporciona surpresas a todo instante quando podemos observar de perto grandes cardumes de peixes em suas espécies variadas, bem como os golfinhos que fazem um espetáculo a parte deixando a todos os expectantes maravilhados.
Existem muitas agencias de viagem que patrocinam estes cruzeiros, alguns que até tem pacotes ideais com preços bem acessíveis, então aproveite para entrar em contatos com estas agencias, conferindo cada detalhe buscando pelo ideal às suas condições financeiras e não adie por muito tempo esta oportunidade de conhecer melhor este arquipélago, desfrutando de regalias que estarão a sua disposição.
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Cidade de Ouro Preto
Quem nunca ouviu falar sobre o município de Ouro preto? Esse município fica no estado de Minas Gerais. É uma linda cidade e um ponto turístico importante devido a sua arquitetura colonial. Essa cidade tem 70.227 habitantes e foi a primeira cidade a ser considerada patrimônio histórico e cultural.
A cidade de Ouro preto foi ocupada pelos bandeirantes ainda no século XVI que exploravam o estado de Minas Gerais procurando ouro. Depois de encontrar ouro em algumas regiões, principalmente ouro em pó, que não era muito vantajoso, eles seguiram na sua procura até encontrarem ouro na região da cidade de Ouro preto, que passou a ser melhor explorada.
Os bandeirantes exploraram até não encontrarem mais ouro, e atualmente a cidade ainda aproveita as vantagens desse período. Devido a sua arquitetura que conta com um estilo colonial, a cidade de Ouro preto recebe muitos visitantes e tem sua economia baseada no turismo, conta com muitos pontos turísticos e com museus, que são muito visitados em todas as temporadas.
A cidade ainda conta com muitas pousadas para quem deseja passar uns dias por lá e tem também repúblicas estudantis. Quem gosta de visitar templos também encontrará muitas opções nessa cidade, que conta com muitas igrejas. Você pode comprar pacotes turísticos se desejar visitar a cidade, com certeza não vai se arrepender e vai gostar muito de conhecer as belezas histórias dessa cidade pra lá de encantadora.
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